domingo, 8 de maio de 2011

08/05.

É dia das mães. É o 6º que passo sem o prazer de poder abraçar minha mãe, dizer que amo, dizer que sou grata à ela por ter me "dado" o dom da vida, por ter ma amado, cuidado de mim e mais inúmeras coisas. Às vezes a vida é injusta. MUITO injusta. Todo ano, todo 'maio' e todo 'setembro' são inexplicávelmente difíceis para mim. Maio por ser o seu dia e eu não poder fazer tudo isso que eu citei. Setembro por ser o mês de sua ida. Eu era só uma criança, uma criança de 10 anos, que precisava da mãe, e do nada, num domingo de manhã, você partiu. Nos meus braços, no meu colo. A lembrança dos gritos, dos apertos que eu te dava, numa esperança de que você ainda estivesse viva são inapagáveis. O meu pai desesperado, procurando ajuda e NENHUMA alma quis ajudar. A partir desse dia, um vazio, uma ferida GIGANTESCA foi feita em mim. Acordar todos os dias e saber que nunca mais eu vou te ver, abraçar, conversar... é doloroso. Sem mais. Mas, eu desejo à senhora, um MARAVILHOSO dia das mães, onde é que você esteja. Eu te amo, INCONDICIONALMENTE. Você é a mulher da minha vida. A minha maior saudade.

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